×

Atenção

JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 857
Arte Espírita

Arte Espírita (6)

Domingo, 04 Janeiro 2015 22:00

12º Fórum Nacional de Arte Espírita

Written by

 

O 12º Fórum Nacional de Arte Espírita é um evento promovido pela Associação Brasileira de Artistas Espíritas (Abrarte) que tem por objetivo a integração de grupos, artistas e trabalhadores da arte espírita, visando o fortalecimento do movimento artístico espírita no país.
O evento se propõe a gerar reflexões sobre as atividades artísticas que vêm se

desenvolvendo em nosso meio espírita,tanto com o fim de divulgação quanto pedagógico.


Cartaz Fórum 2015 - Definitivo

Informações e inscrições: clique aqui.

 

Aproveitando sua passagem por São Paulo o presidente da Abrarte, Cláudio Marins, reuniu-se com a presidente da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE), Júlia Nezu, e com seu diretor do Departamento de Artes, Lirálcio Ricci, que também é associado da Abrarte.
Durante a reunião, foi oficializada a parceria, através da entrega de uma carta de intenções, entre Abrarte e USE para a realização do 2º Encontro Nacional de Arte Espírita (Enarte), que acontecerá em maio de 2016, na capital paulista.
A carta de intenções apresenta os objetivos do evento, sua fundamentação doutrinária e adequação às diretrizes do Plano de Trabalho Para o Movimento Espírita Brasileiro 2013-2017, do CFN/FEB, bem como da Resolução CFN nº 05/2014.
Também durante a reunião, Cláudio Marins entregou à USE um novo exemplar do livro Arte no Centro Espírita – Planejamento e Prática, lançado em junho último, no Fórum de Franca.
A presidente da USE elogiou muito a obra e informou que a federativa tem interesse em adquiri-la para atender ao movimento espírita do Estado.
Júlia destacou também que a USE sempre apoiou o desenvolvimento das atividades artísticas no meio espírita, sendo a primeira federativa no país a ter implantado um departamento de artes em sua estrutura administrativa.


Comissão organizadora define tema do Enarte
A equipe de coordenação geral do 2º Encontro Nacional de Arte Espírita – São Paulo 2016, composta por associados e artistas de diversas regiões e linguagens artísticas distintas, tem se reunido periodicamente para os primeiros encaminhamentos e deliberações sobre o evento.
Com o intuito de orientar as atividades a serem realizadas durante o evento, definiu-se como tema central a expressão Meus artistas serão reconhecidos por muito se amarem...
O 2º Enarte será realizado entre os dias 26 e 29 de maio de 2016.
Paralelamente ao evento ocorrerão também o 13º Fórum Nacional de Arte Espírita e a 3ª Mostra Nacional de Dança Espírita.
Colaboração:ABRARTE

Quinta, 05 Junho 2014 21:00

Os Desafios da Música Espírita

Written by

O ano era 1944, e a utilização da música já dividia os espíritas.
Usá-la ou não usá-la nas reuniões? Na tentativa de desfazer o impasse, entra em cena Leopoldo Machado. O pioneiro das artes e das mocidades espíritas convoca nomes de peso a opinarem sobre o tema. Deolindo Amorim, Carlos Imbassahy, Araripe de Faria, Pena Ribas, além do próprio Leopoldo, contribuem para Um Inquérito Original, publicado no periódico A Vanguarda. Uma lavada de 80% a favor do uso da música. E um marco no avanço da expressão artística mais popular entre os espíritas.

Naquela época, a música espírita não passava de uma variante do hinário católico e evangélico. Basta ouvir os famosos Hino da Alegria Cristã e Hino ao Espiritismo para ter uma idéia. Um referencial estético que ainda influencia a produção musical espírita. “O Espiritismo no Brasil adquiriu uma feição evangélica a partir da segunda gestão de Bezerra de Menezes como presidente da FEB, processo que se consolidou com Chico Xavier e Emmanuel e com o chamado ‘Pacto Áureo’, no final da década de 40. Esta é a linha predominante. Os artistas espíritas bebem nessa fonte”, explicaria Saulo Albach, fundador do Grupo de Estudos Espíritas Livre-Pensar (PR), ao jornal Abertura, em agosto de 2002. Mas assim como o espiritismo, também a música espírita se pluralizou ao longo do século XX. Hinos e exortações evangélicas ainda existem, são produzidos e apreciados pelos espíritas. Só que agora dividem espaço com a música instrumental e a de feições New Age, que ganharam espaço a partir dos anos 70, e com uma musicalidade mais jovem, que vai do pop ao rock, desenvolvida a partir dos anos 80.

E junto com a diversidade, surgem as divergências. Do publicitário ao criptografado, há todo tipo de referência ao espiritismo nas canções espíritas. E todo tipo de opinião sobre o que deve ter uma música para ser espírita. “As palestras de palestrantes espíritas são para divulgar o espiritismo, assim como as músicas dos cantores espíritas e as peças de teatro dos atores espíritas devem divulgar o espiritismo. Se não for assim não se pode definir como arte espírita”, defende Frans Beno Gadelha, do Grupo Ame (CE).

É uma concepção bastante difundida a de que a Arte só se justifica como Espírita se for “doutrinária”. Se não der margem a nenhuma dúvida sobre a fonte e o conteúdo do que quer transmitir. Por outro lado, há um movimento crescente na direção oposta: quanto mais sutil, mais eficiente a disseminação dos princípios espíritas. “Tenho ouvido muitas músicas em que o autor já não se preocupa mais em escancarar a doutrina nas mensagens, mas que deixa a marca inegável do espiritismo. Quem deve escancarar que é espírita é o autor e não a música”, propõe Maurício Keller, do Grupo Arte Nascente (GO).

Cada um a seu modo, o certo é que todos têm procurado investir na difusão e na qualificação da música espírita. Uma tendência que já rende frutos bastante vistosos. E impensáveis até bem pouco tempo atrás. “Nos últimos dez anos houve certamente grande evolução no panorama da expressão musical dos espíritas. Vimos o surgimento de muitos projetos, formação de novos grupos, registros fonográficos, culminando com o histórico registro audiovisual de um show musical do grupo Arte Nascente, com qualidade impecável”, opina Alexandre Azuma, do Alma Sonora (PR).

E o futuro?
Quem já começou a construí-lo prevê grandes vôos para a música espírita.
O mercado fonográfico está à disposição. Mas exige, antes de tudo, a superação das próprias barreiras internas. “É preciso ter qualidade igual ou superior ao que já existe no mercado, coesão de todos os espíritas, e não só dos artistas, para que a música seja um veículo tão forte quanto são os livros, organização para dominar a cadeia fonográfica e ousadia para superar todos tabus, paradigmas, rótulos e obstáculos conservadoristas que ainda emperram a expressão artística”, arremata Maurício.

Romário Fernandes
* Texto publicado originalmente em 27 de março de 2009, no Notícias da Abrarte nº 162 Ano 4

Sexta, 21 Fevereiro 2014 15:04

Orientação para o uso da Arte na Atividade Espírita

Written by

O documento “Orientação para o uso da Arte na Atividade Espírita” elaborado por comissão designada pelo Conselho Federativo Nacional e homologado pela Federação Espírita Brasileira, através da Resolução CFN nº 05/2014 é mais um passo na consolidação do movimento artístico espírita nacional.
A origem deste documento remonta ao ano de 2007, quando, em reunião do CFN, a Federação Espírita da Paraíba apresentou proposta de se estimular a atividade artística no meio espírita. Após três anos de discussões em comissão especialmente formada para este fim e que teve a participação da Abrarte, o plenário do CFN aprovou, em novembro de 2010, uma primeira minuta do texto, com base em trabalho realizado pela referida comissão e que foi publicado no portal da FEB. Não obstante termos colaborado com as discussões, avaliamos que aquele primeiro documento apresentava muitas falhas, com alguns equívocos conceituais e uma visão bastante limitada. O ponto positivo, no entanto, foi que a partir dele a arte começou a ser legitimada como mecanismo de trabalho dentro do movimento federativo. Outra expectativa que se vislumbrou à época foi que a FEB e o CFN não fecharam a questão e mostraram-se abertos à possibilidade de revisão do documento. Assim, o trabalho da comissão continuou.
Na Justificativa da referida Resolução percebe-se um olhar para a possibilidade da prática artística ser utilizada não somente na divulgação doutrinária, mas também como veículo de educação do espírito imortal. Observamos que na escassa literatura disponível sobre arte e Espiritismo normalmente cita-se a arte apenas com a função de Divulgação. Agora o horizonte amplia-se também para a Educação.
É possível que o documento aprovado ainda não esteja definitivamente perfeito, podendo ser aperfeiçoado, como acontece com todos os demais documentos orientativos aprovados pelo CFN. Mas, com certeza, representa o reconhecimento, por parte do movimento espírita nacional, da importância da arte e sua potencialidade na renovação moral do ser humano.

Resolução CFN nº 05/2014

Sexta, 14 Fevereiro 2014 11:49

O Espiritismo na arte

Written by
FERGS e Abrarte provomem o encontro "O Espiritismo na arte"
 
 

A Federação Espírita do Rio Grande do Sul, em parceria com a Abrarte, promove no próximo dia 22 de fevereiro, a partir das 13 horas, o encontro 
O Espiritismo na Arte, que tem o objetivo de reunir os trabalhadores da arte espírita de todo o Estado, para troca de experiências, e também
intercâmbio com membros da Abrarte, inclusive visando a realização da 2ª Mostra Abrarte Sul, em Porto Alegre. Já estão confirmadas as presenças
do presidente da Abrarte, Cláudio Marins, do vice-presidente, Rogério Silva, e do membro do Conselho Doutrinário, Marcus Azuma. A realização do
evento é resultado da reunião que ocorreu em outubro último, em Porto Alegre, quando Rogério esteve visitando a federativa gaúcha, cumprindo
o projeto da Diretoria de integrar grupos e artistas de regiões que ainda não conhecem o trabalho da associação.

Sexta, 06 Dezembro 2013 22:00

11º Fórum Nacional de Arte Espírita

Written by

Uma avaliação positiva.

Em agosto de 2003, durante o 1º Festival de Teatro Espírita de Florianópolis (Fetef), uma conversa informal entre os diretores dos grupos participantes do evento – Rogério Silva, do NEA, Marcus Azuma, do Integrarte, e Amauri Martinelli, da Cia. Almas Claras – fez surgir a ideia da realização de uma reunião entre os coordenadores de grupos e pessoas que estavam à frente do trabalho artístico espírita. 
A proposta restringia-se, inicialmente, aos Estados da região Sul do Brasil. 
Como o propósito não era ser um encontro propriamente dito, com apresentações artísticas, mas sim uma reunião para discussão de assuntos de interesse comum e definição de propostas de trabalho, o evento recebeu o nome de Fórum. Nascia, assim, um ano depois, o 1º Fórum sobre Arte Espírita, realizado em agosto de 2004, no Centro Espírita Allan Kardec, na capital catarinense.
De forma tímida, o evento contou com 31 participantes de Santa Catarina (Florianópolis, Itajaí, Balneário Camboriú e Joinville) e do Paraná (Curitiba, Paranavaí). Vários debates aconteceram durante o Fórum, desde assuntos doutrinários, como os fundamentos da Arte Espírita, até assuntos práticos, como a definição de estratégias de integração entre os grupos. Nos anos seguintes, o movimento foi crescendo, ganhando novos integrantes e agregando novas lideranças, fazendo com que o Fórum ganhasse consistência. Em sua quarta edição, em Salvador, na sua quarta edição, viu nascer a Abrarte (Associação Brasileira de Artistas Espíritas).
Depois de percorrer várias unidades da Federação, a cidade de Franca recebeu, nos dias 19 e 20 de junho,em torno de 70 trabalhadores de arte espírita de todo o país, na décima primeira edição do evento. 
A redução do número de participantes, em relação às ultimas edições deveu-se às preocupações com relação às movimentações da Copa do Mundo, que acarretaram no aumento das passagens aéreas.
No entanto, não obstante um número menor de forenses, o evento cumpriu seus objetivos e resgatou valores importantes que permearam a criação da Associação Brasileira de Artistas Espiritas. 
Nossos parabéns e agradecimentos a todos os companheiros da Franca, em especial do Instituto Arte & Vida, pela excelente organização do evento.


Artistas espíritas integram-se em Franca
A Fundação Educandário Pestalozzi, em Franca (SP), abriu as portas, nesse feriado de Corpus Christi, para artistas espíritas de 14 unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito Federal, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Amapá. 
Desde a quinta-feira, dia 19, cerca de 70 trabalhadores espíritas ligados à dança, à música, à literatura, ao teatro e ao audiovisual foram chegando pouco a pouco para o 11º Fórum Nacional de Arte Espírita.
Quem já estava instalado participou de uma dinâmica de integração ainda na tarde desse primeiro dia. Às 17 horas, foi feita a abertura para os participantes. Rafaela Vaz, integrante do Instituto Arte & Vida, brindou os presentes com uma apresentação à capela da música Outras moradas, de Cesar Tucci. 
Em seguida, Lígia Benate, também integrante do Arte & Vida e uma das coordenadoras do evento, falou sobre a importância da realização do Fórum na cidade de Franca e na Fundação Pestalozzi, fundada e gerida pela família Novelina. 
O presidente da Abrarte, Cláudio Marins, saudou a todos os presentes, em nome da Associação, e apresentou os objetivos do evento.
À noite, todos os participantes foram levados até o Teatro Judas Iscariotes, no bairro Cidade Nova, para assistirem à solenidade de abertura oficial do evento, que contou com a presença dos representantes do movimento federativo regional – Sandro Luis Fernandes, da USE Intermunicipal de Franca, e Jean Rodrigo Campos Julio, da USE Regional Franca) e também de Vicente Benate, do Instituto Arte & Vida. 
Nessa oportunidade, Cláudio Marins fez o lançamento do livro Arte no Centro Espírita - Planejamento e Prática, editado pela Abrarte. 
O público presente pôde assistir, na sequência, à apresentação de estreia da remontagem do espetáculo Nhô Tóti, sucesso teatral do Instituto Arte & Vida nos anos 90.

Experiências em debate
Na sexta-feira, a programação começou com estudo de Gladston Lage, de Belo Horizonte (MG), autor das letras de várias composições gravadas por Tim e Vanessa, sobre inspiração, autoria e a vivência evangélica da tarefa artística pelo espírita. 
Dentro outros assuntos, Gladston abordou sobre a vaidade. 
Segundo o palestrante, é preciso que o trabalhador da arte espírita dispa-se dos acessórios que, muitas vezes, atrasam o seu progresso.
Em seguida, os participantes se dividiram em três salas, cada uma das quais abrigando três painéis consecutivos de 20 minutos sobre experiências específicas desenvolvidas no campo da arte espírita. 
As exposições foram seguidas de debates abertos entre os painelistas e os participantes em cada sala.
Na primeira sala, Edmundo Cezar (PR) apresentou a experiência do Ciclo de Estudos sobre Arte e Espiritismo desenvolvido na Federação Espírita do Paraná; Lígia Benate e Carla Prazeres (SP) discorreram sobre os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Arte & Vida, de Franca; e Rick Debiazze (ES) falou sobre o projeto Arte Espírita, eu apoio, uma proposta de divulgação e promoção da arte espírita através de ações simples e eficazes.
Na segunda sala, Sandro Saraiva (RN) trouxe subsídios para a adaptação de textos espíritas para o teatro; João Romário (CE) compartilhou a metodologia educacional Arte na evangelização de espíritos; e Cláudio Marins (MG) apresentou os bastidores espirituais do seminário lítero-musical Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, realizado em Belo Horizonte.
Na terceira sala, Reginauro Souza (CE) trouxe reflexões sobre o diálogo entre ator e personagem; Germana Carsten (DF) relatou a experiência do Grupo Teatro Vida; e Rogério Silva (SC) abordou sobre o tema Comunicação e Arte no Espiritismo.
Ainda na sexta-feira, à tarde, nova divisão, dessa vez entre três grupos de trabalho que discutiram os seguintes projetos da Abrarte: Encontro Nacional de Arte Espírita, Mostras regionais e Núcleos Abrarte.
Ao final das discussões, todos se reuniram no auditório da Fundação para participar de palestra de Moacyr Camargo, de São Paulo (SP) sobre Arte e Vibração do Evangelho. 
Ao final do estudo, Moacyr recebeu uma Moção de Reconhecimento da Abrarte.
Antes do encerramento das atividades da tarde, houve ainda o lançamento do edital para publicação de uma obra sobre Arte e Espiritismo, sob a coordenação da Abrarte. Após banho e jantar, a programação prosseguiu no Judas Iscariotes, com apresentação poético-musical de Glaucio Cardoso e Junior Vidal (RJ), seguida de show do grupo Vozes do Amanhã, de Campinas (SP).

Assembleia discute propostas
O sábado começou com a assembleia geral dos associados da Abrarte, que ocupou toda a manhã. 
Na reunião foram referendados 38 novos associados; o Conselho Fiscal aprovou as contas do período junho/2013-maio/2014 apresentadas pela Tesouraria; a Diretoria enumerou as atividades desenvolvidas nesse período; foram discutidos os encaminhamentos a respeito da criação dos Núcleos Abrarte regionais, da revisão do estatuto, das ações de divulgação da Associação e ainda sobre o processo eleitoral de 2015. Por fim, a palavra foi aberta para a discussão de assuntos propostos pelos associados.
Para os participantes do Fórum que não são associados, no mesmo horário em que se realizou a assembleia geral foram oferecidas oficinas técnicas.
Depois do almoço, nova reunião, dessa vez concentrada em discussões sobre as próximas Mostras Abrarte regionais, que acontecerão pioneiramente nos estados do Amapá (já confirmada) e Rio Grande do Sul (em vias de confirmação).
Na sequencia da programação do Fórum aconteceu uma atividade vivencial, intitulada Nos Passos do Evangelho, em que os participantes seguiam em cortejo pelo inspirador ambiente da Fundação Pestalozzi. 
Por fim, a noite contou com uma palestra musicada com canções do projeto Cancioneiro Espírita, organizada por trabalhadores e convidados do Instituto Arte e Vida, seguida de uma apresentação surpresa da canção Abra a Arte, de Mauricio Keller e Paulo Rowlands, envolvendo vários participantes do encontro, e de nova atividade vivencial fortemente inspirada no Evangelho, promovida pela organização local, que marcou o encerramento efetivo do 11º Fórum Nacional de Arte Espírita.

Atividades paralelas
A exemplo do que ocorreu no Fórum do ano passado, em Florianópolis, a edição deste ano do evento teve ainda outras atividades paralelas à programação geral: a equipe de atendimento médico-espiritual, que ficou de plantão durante todo o evento; o Forunzinho, reunindo crianças filhas de participantes e trabalhadores da comissão organizadora; e a equipe de mídia, que produziu e exibiu duas edições da TV Fórum e distribuiu duas edições do informativo impresso “Jornal da Abrarte”. 
E após o encerramento do evento, no domingo pela manhã, para os participantes que ainda permaneceram na cidade, a comissão organizadora local proporcionou um roteiro de visita a entidades espíritas da cidade de Franca: Hospital Espírita Allan Kardec, Fundação Judas Iscariotes, Fundação Educandário Pestalozzi, Instituto de Medicina do Além (IMA), Lar de Ofélia, Centro Espírita Esperança e Fé (Nova Era) e Centro Espírita Luz e Amor.

Emoção, diversão e reflexão
O 11º Fórum Nacional de Arte Espírita foi marcado por belíssimas manifestações artísticas, que encantaram os participantes e o público externo. 
Na abertura oficial do evento, na quinta-feira à noite, a peça Nhô Tóti, apresentada pelo Instituto Arte & Vida (Franca, SP), trouxe a história de um menino simples e arteiro, como toda criança, mas que tem o dom de ver as “luzinhas” das pessoas. 
A medida que vai crescendo, aprende com o velho Saturnino a fazer benzeduras e simpatias. Com texto e direção de César Augusto de Oliveira, a peça conta as divertidas peripécias desse mineiro encantador, às voltas com a sua mediunidade e sua capacidade de solucionar problemas que afligem o seu próximo, chamando atenção de Eurípedes Barsanulfo, que resolve orientá-lo e ajudá-lo.
Na sexta-feira pela manhã, novamente o Instituto Arte & Vida brindou os participantes com uma belíssima apresentação de dança e expressão corporal, fazendo-nos refletir sobre o vazio existencial que aflige aqueles que veem a arte apenas como um meio de materializar suas vaidades.
À noite, Júnior Vidal (Campos dos Goytacazes, RJ) e Glaucio Cardoso (Mesquita, RJ) fizeram um show lítero-musical, intercalando poesias e músicas do CD Energia Pura, de Júnior Vidal. 
A apresentação teve momentos de interação com o público, convidado a subir no palco para interagir com as performances. Em seguida, o Grupo Vozes do Amanhã (Campinas, SP) apresentou a palestra musicada O Evangelho em Canção. Em meio as belas canções de teor cristão, as reflexões extraídas das obras básicas da codificação espírita.
No final da tarde de sábado, os participantes foram convidados a participar de um cortejo pelo inspirador ambiente da Fundação Pestalozzi momentaneamente transfigurado na Galileia pela presença de vários discípulos do Cristo, evocados pelo teatro, pela música e pela dança. 
Participaram da atividade Rogério Silva (Florianópolis, SC), Eneida Nalini (Franca, SP), Edmundo Cezar (Curitiba, PR), Aldo Motelevicz (Curitiba, PR), Camila Vittal (Natal, RN), Allany Amadine (Natal, RN), Reginauro Sousa (Fortaleza, CE), Vivian Françosi (Florianópolis, SC), Alessandro Saraiva (Natal, RN), Marcelo de Aquino (Natal, RN), Wadson Fernandes (Belo Horizonte, MG) e Daniela Tonidandel (Belo Horizonte, MG).
Por fim, no sábado à noite, ocorreu a palestra musicada com canções do projeto Cancioneiro Espírita, organizada por trabalhadores e convidados do Instituto Arte e Vida, seguida de uma apresentação surpresa da canção Abra a Arte, composta por Mauricio Keller e Paulo Rowlands no Fórum de Salvador, resgatando as emoções daquela noite em que foi fundada a Abrarte.

Natal e São Paulo são as próximas sedes
A cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, será a sede do 12º Fórum Nacional de Arte Espírita, que acontece de 4 a 7 de junho de 2015, conforme já anunciado ano passado em Florianópolis. 
No encerramento do 11º Fórum, em Franca, os representantes de Natal, Alessandro São Paulo.jpgSaraiva, Marcelo de Aquino e Allany Amadine apresentaram um vídeo institucional e deram boas vindas aos participantes.
Já o 13º Fórum, que acontecerá juntamente com o 2º Encontro Nacional de Arte Espírita, vai se realizar de 26 a 29 de maio de 2016, na cidade de São Paulo. 
O anúncio foi feito pelo vice-presidente da Abrarte, Rogério Silva, durante o Fórum de Franca.

Fonte: Notícias da ABRARTE

Temos 1138 visitantes e Nenhum membro online